Protocolos e orientações
- Orientações de dieta e mudanças de hábitos
- Protocolo de exercícios de Cawthorne e Cooksey
- Protocolo de exercícios de Herdman
- Protocolo de exercícios da Associazione Otologi Ospedalieri Italiani
Tratamento terapêutico com o objetivo de eliminar os sintomas de tontura e reajustar o equilíbrio corporal para recuperar a autoconfiança e retomar as atividades diárias.
A Reabilitação Vestibular é um tratamento terapêutico cujo principal objetivo é eliminar os sintomas de tontura e reajustar o equilíbrio corporal o mais precocemente possível.
O foco é permitir que o paciente recupere sua autoconfiança e retome, o mais cedo possível, suas atividades diárias.
O tratamento deve ser realizado por profissional especificamente habilitado, com conhecimento em anatomia do ouvido interno, patologias do sistema vestibular, reflexo visual e equilíbrio corporal.
O plano terapêutico é personalizado de acordo com o histórico clínico do paciente.
Entre as técnicas de Reabilitação Vestibular utilizadas, estão recursos terapêuticos, orientações e protocolos específicos aplicados conforme a necessidade de cada paciente.
A Reabilitação Vestibular é um tratamento terapêutico cujo objetivo é restaurar o equilíbrio do paciente de maneira simples e eficaz, eliminando os sintomas de tontura e reajustando o equilíbrio corporal.
O equilíbrio corporal depende do sistema visual, do sistema proprioceptivo e do sistema vestibular. Quando o cérebro não recebe informações adequadas de um ou mais desses sistemas, ocorre desorientação corporal e tontura.
O labirinto está dentro do ouvido. A cóclea é responsável pela audição, enquanto o vestíbulo e os canais semicirculares respondem pelo equilíbrio corporal.
Porque se refere a um tratamento que visa à recuperação do equilíbrio corporal, com o objetivo de eliminar ou reduzir consideravelmente os sintomas de tontura decorrentes de uma lesão vestibular.
É composto por protocolos físicos com movimentos de cabeça, visuais e corporais, estimulações vibroelétricas, estimulações visuais e manobras de reposicionamento. Também inclui orientações de hábitos alimentares, controle de doenças associadas e atividade física adequada.
Promover estabilização visual, aumentar a interação vestíbulo-visual durante a movimentação da cabeça, proporcionar melhor estabilidade estática e dinâmica em situações de conflito sensorial e diminuir a sensibilidade individual durante a movimentação cefálica.
Os exercícios de Reabilitação Vestibular surgiram na Inglaterra, na década de quarenta, descritos por Cawthorne e Cooksey. Posteriormente, outros estudiosos desenvolveram novos métodos, com evolução contínua das técnicas terapêuticas.
O ideal é procurar um médico que valorize a queixa e investigue as possíveis causas por meio da história clínica e, quando necessário, com apoio de equipe multidisciplinar e avaliações específicas.
Não se deve tomar remédios sem orientação médica. Nem todas as lesões de labirinto necessitam de medicação, e o uso inadequado pode agravar o quadro ou prejudicar o sucesso do tratamento.
Não. Iniciar sem conhecer a causa pode levar a tratamento inadequado e aumentar a probabilidade de recidiva dos sintomas ou de alterações irreversíveis no labirinto.
Se o paciente já passou por avaliações envolvendo estudo das funções do labirinto, pode realizar consulta direta com o profissional da área. Ainda assim, pode ser necessário encaminhamento para outras especialidades, conforme a avaliação clínica.
É importante observar a formação acadêmica, a experiência clínica, o currículo e a capacidade do profissional de compreender as extensões do comprometimento vestibular, neurológico, visual e psicomotor.
Quando adequadamente realizada e com integração do paciente ao tratamento, a Reabilitação Vestibular pode curar. O resultado depende também do controle sintomático da doença, do estilo de vida, dos hábitos alimentares, da eliminação de vícios e da atividade física adequada.